Venda, instalação e treinamento de equipamentos de corte e dobra para indústria de embalagem.
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Se tem algo que não mudou desde que a pandemia chegou no Brasil, há mais de 365 dias, foi o aumento da procura por embalagens de papel e papelão em todo o País.

Com o crescimento do e-commerce e a alta demanda por serviços de delivery, caixas e sacolas de diferentes tamanhos, formatos e materiais se tornaram um produto de primeira necessidade em diversos setores, afetando assim a indústria do papel.

Indústria do Papel

Porém, ainda no ano passado (2020), no auge dos recordes de pedidos, o setor de papel e papelão esbarrou em uma importante lacuna: a falta de insumos para a produção.

Assim, desencadeou uma enorme busca e corrida atrás de materiais, aumentando assim significativamente os preços. Ainda com isso, a escalada no dólar é outro fator que vem afetando diretamente as empresas da área.

Indústria do Papel

Reciclagem

Mesmo com o aumento expressivo de embalagens para entrega, uma vez que os serviços de delivery não chegaram a ser suspensos tornou-se a única alternativa para muitos setores. O consumo deste tipo de material não compensou as perdas nos volumes de embalagens recicláveis perdidos por outras atividades.

“Os impactos foram muito grandes. E o dólar muito valorizado faz com que empresas exportem parte da produção. A balança do setor sempre foi muito equilibrada, não apenas em Minas, mas no Brasil de maneira geral. Assim, a produção que sempre foi a conta da necessidade do mercado interno, agora enfrenta dificuldade para atender a elevada demanda que chega de diferentes setores produtivos”

Insumos

Enquanto a indústria de papel trabalha para recuperar a coleta no mesmo nível pré-pandemia, negocia prazos e preços com os clientes. Cenário observado nos primeiros meses deste ano e que deverá seguir até meados de 2021.

Indústria do papel

“As empresas seguem em atividade normal ou acima do normal para compensar as perdas do ano passado. Ou seja, a demanda continua forte. E todas essas dúvidas e inseguranças causadas pela pandemia têm deixado as pessoas alarmadas com tudo. Assim como acontece e aconteceu com outros produtos, todo mundo quer papel neste momento e acaba comprando mais do que precisa, levando ao desequilíbrio entre oferta e demanda. Mas esperamos que isso se normalize até junho”

Desempenho da indústria do papel

Diante das circunstâncias, o setor localizado no Estado encerrou 2020 com queda de 2,5% no faturamento em relação ao ano anterior, mas conforme o dirigente, algumas empresas de pequeno porte chegaram a amargar perdas de até 20% no mesmo tipo de comparação. 

Já para este exercício, as expectativas são melhores: fechar o ano nos mesmos patamares de 2020. Isso para o presidente do Sinpapel significa oportunidade de sobrevivência, de acompanhar mudanças no cenário e esperar por tempos melhores.

“O País passa por essa enorme convulsão em razão do vírus. Aliás, todos os países do mundo estão na mesma situação. A economia brasileira caiu muito menos que outras mais maduras. Por isso, em vistas dessas circunstâncias, empatar é um bom negócio. Enquanto as coisas não se definirem melhor com relação à pandemia, à questão econômica e ao próprio governo, não conseguiremos ter um horizonte mais claro”, argumentou.

Minas paga 750mil para catadores

O governo de Minas Gerais começou a pagar R$ 750 mil aos catadores de materiais recicláveis vinculados a 70 associações da categoria do Estado.

Esse valor é a primeira parcela e a expectativa da atual gestão é chegar ao repasse de R$ 5,5 milhões pelos serviços ambientais prestados pelas associações de catadores.

Governo de minas para 750 mil para catadores

O valor inclui um passivo deixado pela administração anterior e foi suficiente para regularizar o ano de 2019. Além disso, os pagamentos que serão creditados ao longo dessa semana variam de R$ 13 mil até R$ 52 mil.

O número de 70 associações beneficiadas neste momento é menor que as 145 inscritas no programa por conta da pandemia, que levou à suspensão das atividades em alguns municípios.

As informações foram tiradas de Diário do Comércio.

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